{"id":307,"date":"2015-09-01T15:09:30","date_gmt":"2015-09-01T15:09:30","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/wordpress\/?page_id=307"},"modified":"2015-09-21T11:08:08","modified_gmt":"2015-09-21T11:08:08","slug":"psicologia-criancas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/psicologia-criancas","title":{"rendered":"Psicologia | Crian\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-529\" src=\"http:\/\/www.clipedagogica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/psicologia-criancas1.jpg\" alt=\"psicologia-criancas\" width=\"1200\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.clipedagogica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/psicologia-criancas1.jpg 1200w, https:\/\/www.clipedagogica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/psicologia-criancas1-300x100.jpg 300w, https:\/\/www.clipedagogica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/psicologia-criancas1-1024x341.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/p>\n<h2>Principais problemas\/transtornos psicol\u00f3gicos e psiqui\u00e1tricos na inf\u00e2ncia<\/h2>\n<p>Os transtornos da aprendizagem referem-se a dificuldades na leitura, na capacidade matem\u00e1tica ou nas habilidades de escrita, medidas por testes padr\u00f5es que est\u00e3o substancialmente abaixo do esperado, considerando-se a idade da crian\u00e7a, seu quociente de intelig\u00eancia (QI ) e grau de escolaridade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Transtorno do d\u00e9fice de aten\u00e7\u00e3o-hiperatividade<\/h3>\n<p>As crian\u00e7as com esse transtorno s\u00e3o consideradas, com frequ\u00eancia, crian\u00e7as com um temperamento dif\u00edcil. Elas prestam aten\u00e7\u00e3o a v\u00e1rios est\u00edmulos, n\u00e3o conseguindo concentrar-se numa tarefa \u00fanica e, assim, cometendo erros muitas vezes grosseiros. \u00c9 comum terem dificuldade para manter a aten\u00e7\u00e3o, mesmo em atividades l\u00fadicas e com frequ\u00eancia parecem n\u00e3o escutar quando chamadas. Muitas vezes n\u00e3o conseguem terminar os seus deveres escolares, tarefas dom\u00e9sticas ou deveres profissionais. T\u00eam dificuldade para organizar tarefas, evitando, antipatizando ou relutando em envolver-se em tarefas que exijam esfor\u00e7o mental constante. Costumam perder facilmente objetos de uso pessoal. Esquecem facilmente atividades di\u00e1rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Transtornos do Comportamento Disruptivo<\/h3>\n<p>Os transtornos da inf\u00e2ncia diretamente relacionados com o comportamento s\u00e3o os transtornos de oposi\u00e7\u00e3o e desafio e o transtorno de conduta. S\u00e3o caracterizados por um padr\u00e3o repetitivo e persistente de comportamento agressivo, desafiador, indo contra as regras de conviv\u00eancia social. Tal comportamento deve ser suficientemente grave, sendo diferente de travessuras infantis ou rebeldia &#8220;normal&#8221; da adolesc\u00eancia. O Transtorno de oposi\u00e7\u00e3o e desafio (TOD) tem maior incid\u00eancia na faixa et\u00e1ria dos 4 aos 12 anos e atinge mais meninos que meninas. Tem como caracter\u00edstica um comportamento opositor \u00e0s normas, discute com adultos, perde o controlo, fica aborrecido facilmente e aborrece aos outros.<\/p>\n<h3>Transtorno de Conduta<\/h3>\n<p>\u00c9 mais comum entre adolescentes do que crian\u00e7as e \u00e9 mais comum tamb\u00e9m entre meninos, o padr\u00e3o disfuncional de comportamento \u00e9 mais grave que no Transtorno de oposi\u00e7\u00e3o e desafio. Eles frequentemente agridem pessoas e animais, envolvem-se em brigas, em destrui\u00e7\u00e3o de propriedade alheia, furtos ou ainda agress\u00e3o sexual. S\u00e9rias viola\u00e7\u00f5es de regras, como fugir de casa, n\u00e3o comparecimento sistem\u00e1tico \u00e0 aula e enfrentamento desafiador e hostil com os pais tamb\u00e9m s\u00e3o sinais da doen\u00e7a. Esse transtorno est\u00e1 frequentemente associado \u00e0 ambientes psicossociais adversos, tais como: instabilidade familiar, abuso f\u00edsico ou sexual, viol\u00eancia familiar, alcoolismo e sinais de severa perturba\u00e7\u00e3o dos pais.<\/p>\n<h3>Transtornos Depressivos na Inf\u00e2ncia<\/h3>\n<p>Transtornos depressivos ocorrem tanto em meninos quanto em meninas. Os sintomas de depress\u00e3o podem ser : isolamento, calma excessiva, agita\u00e7\u00e3o, condutas auto e hetero-agressivas, intensa busca afetiva, alternando atitudes prestativas com recusas de relacionamento. A socializa\u00e7\u00e3o est\u00e1 geralmente perturbada: pode haver recusa em brincar com outras crian\u00e7as e dificuldade para aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades. As queixas som\u00e1ticas s\u00e3o frequentes: dificuldade do sono (despertar noturno, sonol\u00eancia diurna), altera\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o alimentar. Queixas de falta de ar, dores de cabe\u00e7a e no est\u00f4mago, problemas intestinais e suor frio tamb\u00e9m s\u00e3o frequentes.<\/p>\n<h3>Transtornos Globais do Desenvolvimento (Autismo Infantil)<\/h3>\n<p>Esse grupo de transtornos \u00e9 caracterizado por severas anormalidades nas intera\u00e7\u00f5es sociais rec\u00edprocas, nos padr\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o estereotipados e repetitivos, al\u00e9m de um estreitamento nos interesses e atividades da crian\u00e7a. Costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Existem v\u00e1rias formas de apresenta\u00e7\u00e3o dos transtornos globais, n\u00e3o havendo at\u00e9 o presente momento um consenso quanto \u00e0 forma de classific\u00e1-los.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tratamento do transtorno autista visa principalmente uma educa\u00e7\u00e3o especial com estimula\u00e7\u00e3o precoce da crian\u00e7a. A terapia de apoio familiar \u00e9 muito importante: os pais devem saber que a doen\u00e7a n\u00e3o resulta de uma cria\u00e7\u00e3o incorreta e necessitam de orienta\u00e7\u00f5es para aprenderem a lidar com a crian\u00e7a e seus irm\u00e3os. Muitas vezes se faz necess\u00e1rio o uso de medica\u00e7\u00f5es para controlar comportamentos n\u00e3o apropriados e agressivos. O progn\u00f3stico destes transtornos \u00e9 muito reservado e costumam deixar importantes sequelas ou falhas no desenvolvimento dessas pessoas na idade adulta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Transtornos de Tique<\/h3>\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o predominante nessas s\u00edndromes \u00e9 alguma forma de tique. Um tique \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o vocal ou movimento motor involunt\u00e1rio, r\u00e1pido, recorrente (repetido) e n\u00e3o r\u00edtmico (usualmente envolvendo grupos musculares circunscritos), sem prop\u00f3sito aparente e que tem um in\u00edcio s\u00fabito. Os tiques motores e vocais podem ser simples ou complexos. Os tiques simples em geral s\u00e3o os primeiros a aparecer. Podem ser:<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td width=\"35%\">Tiques motores simples:<\/td>\n<td>Piscar os olhos, balan\u00e7ar a cabe\u00e7a, fazer caretas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td width=\"35%\">Tiques vocais simples:<\/td>\n<td>Tossir, pigarrear, fungar.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td width=\"40%\">Tiques motores complexos:<\/td>\n<td>Bater-se, saltar.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td width=\"35%\">Tique vocal complexo:<\/td>\n<td>Coprolalia (uso de asneiras), palilalia (repeti\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias palavras), ecolalia (repeti\u00e7\u00e3o de palavras alheias).<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tratamento requer medica\u00e7\u00e3o e psicoterapia, principalmente para diminuir o isolamento social que comumente ocorre nesse transtorno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Transtornos da Excre\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Esse transtorno inclui a enurese e a encoprese . A enurese \u00e9 caracterizada por elimina\u00e7\u00e3o de urina de dia e\/ou a noite, a qual \u00e9 anormal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 idade da crian\u00e7a e n\u00e3o decorrente de nenhuma patologia org\u00e2nica. A enurese pode estar presente desde o nascimento ou pode surgir seguindo-se a um per\u00edodo de controlo vesical adquirido. A enurese n\u00e3o costuma ser diagnosticada antes da crian\u00e7a completar cinco anos de idade e requer, para ser caracterizada, uma frequ\u00eancia de duas vezes por semana, por pelo menos tr\u00eas meses.<\/p>\n<p>A encoprese \u00e9 a evacua\u00e7\u00e3o repetida de fezes em locais inadequados (roupas ou ch\u00e3o), involunt\u00e1ria ou intencional. Para se fazer o diagn\u00f3stico \u00e9 preciso que esse sintoma ocorra pelo menos uma vez por m\u00eas, por no m\u00ednimo tr\u00eas meses em crian\u00e7as com mais de quatro anos. Ambas patologias podem ocorrer pelo nascimento de um irm\u00e3o, separa\u00e7\u00e3o dos pais ou outro evento que possa traumatizar a crian\u00e7a. A encoprese deliberada pode significar grave comprometimento emocional. Ambas podem durar anos, mas acabam evoluindo para uma remiss\u00e3o espont\u00e2nea. Esses transtornos comumente geram intenso sofrimento na crian\u00e7a, levando a uma estigmatiza\u00e7\u00e3o, com consequente baixa da autoestima. Geram tamb\u00e9m isolamento social e perturba\u00e7\u00f5es no ambiente e nas rela\u00e7\u00f5es familiares. O tratamento abrange psicoterapia e utiliza\u00e7\u00e3o de medicamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Transtornos de Ansiedade na Inf\u00e2ncia<\/h3>\n<p>A ansiedade \u00e9 um sentimento vago e desagrad\u00e1vel de medo e apreens\u00e3o, caracterizado por tens\u00e3o ou desconforto derivados de uma antecipa\u00e7\u00e3o de perigos. As crian\u00e7as em geral n\u00e3o reconhecem quando os seus medos s\u00e3o exagerados ou irracionais. Uma maneira pr\u00e1tica de diferenciar ansiedade normal de ansiedade patol\u00f3gica \u00e9 avaliar se a rea\u00e7\u00e3o ansiosa \u00e9 de curta dura\u00e7\u00e3o, auto limitada e relacionada ao est\u00edmulo do momento. Os sintomas de ansiedade podem ocorrer em v\u00e1rias outras condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas tais como: depress\u00f5es, psicoses, transtornos do desenvolvimento, transtorno hipercin\u00e9tico, entre outros. A causa dos transtornos ansiosos infantis \u00e9 muitas vezes desconhecida e provavelmente multifatorial, incluindo fatores heredit\u00e1rios e ambientais diversos, com o peso relativo de cada fator variando de caso a caso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Transtorno da Ansiedade de Separa\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Esse \u00e9 o mais comum dos transtornos de ansiedade, acometendo 4% das crian\u00e7as. Caracteriza-se por uma ansiedade n\u00e3o apropriada e excessiva em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 separa\u00e7\u00e3o do lar (pais) ou de figuras importantes cuidadoras para a crian\u00e7a, inadequada para a fase do desenvolvimento da crian\u00e7a. Essas crian\u00e7as, quando ficam sozinhas, temem que algo possa acontecer para elas ou para seus cuidadores (acidentes, sequestro, assaltos, ou doen\u00e7as) que os afastem definitivamente de si. Demonstram um comportamento excessivo de apego aos seus cuidadores, n\u00e3o permitindo o afastamento desses ou telefonando repetidamente para eles afim de tranquilizar-se sobre seus temores. \u00c9 comum nessas crian\u00e7as a ocorr\u00eancia de recusa escolar. Se a crian\u00e7a sabe que seus pais v\u00e3o se ausentar apresenta manifesta\u00e7\u00f5es som\u00e1ticas de ansiedade (dor abdominal, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1usea, v\u00f4mitos, palpita\u00e7\u00f5es, tonturas e sensa\u00e7\u00e3o de desmaio). Em muitos casos de crian\u00e7as afetadas os pais foram ou s\u00e3o portadores de algum transtorno de ansiedade.<\/p>\n<p>A perturba\u00e7\u00e3o tem uma dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de quatro semanas e causa sofrimento significativo no funcionamento da vida da crian\u00e7a.<\/p>\n<p>O tratamento requer psicoterapia individual com orienta\u00e7\u00e3o familiar e interven\u00e7\u00f5es farmacol\u00f3gicas quando os sintomas s\u00e3o graves e incapacitantes. Quando h\u00e1 recusa escolar, o retorno \u00e0s aulas deve ser o mais r\u00e1pido poss\u00edvel para evitar cronicidade e evas\u00e3o. \u00c9 muito importante haver uma sintonia entre pais, escola e terapeuta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Fobias espec\u00edficas e Fobia social<\/h3>\n<p>As fobias espec\u00edficas s\u00e3o definidas pela presen\u00e7a de medo excessivo e persistente, relacionado a um determinado objeto ou situa\u00e7\u00e3o. Exposta ao est\u00edmulo f\u00f3bico, a crian\u00e7a procura correr para perto de um dos pais ou de algu\u00e9m que a fa\u00e7a sentir-se protegida. Pode apresentar crises de choro, desespero, imobilidade, agita\u00e7\u00e3o psicomotora ou at\u00e9 mesmo ataque de p\u00e2nico. Os medos mais comuns na inf\u00e2ncia s\u00e3o de pequenos animais, inje\u00e7\u00f5es, escurid\u00e3o, altura e ru\u00eddos intensos. Essas fobias diferenciam-se dos medos normais da inf\u00e2ncia por serem rea\u00e7\u00f5es excessivas, n\u00e3o adaptativas e que fogem do controle da crian\u00e7a.<\/p>\n<p>Na fobia social a crian\u00e7a apresenta um medo persistente e intenso de situa\u00e7\u00f5es onde julga estar exposta \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o dos outros , tendendo a sentir-se envergonhada ou humilhada. Essas crian\u00e7as relatam desconforto em situa\u00e7\u00f5es como :<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td>Falar em sala de aula<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td>Comer junto a outras crian\u00e7as<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td>Ir a festas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td>Escrever na frente de outros colegas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td>Usar WC&#8217;s p\u00fablicos<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando expostas a essas situa\u00e7\u00f5es \u00e9 comum apresentarem sintomas f\u00edsicos como palpita\u00e7\u00f5es, tremores, calafrios, calores, sudorese e n\u00e1useas.<\/p>\n<p>O tratamento mais utilizado para essas fobias tem sido a psicoterapia cognitivo-comportamental.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Principais problemas\/transtornos psicol\u00f3gicos e psiqui\u00e1tricos na inf\u00e2ncia Os transtornos da aprendizagem referem-se a dificuldades na leitura, na capacidade matem\u00e1tica ou nas habilidades de escrita, medidas por testes padr\u00f5es que est\u00e3o substancialmente abaixo do esperado, considerando-se a idade da crian\u00e7a, seu quociente de intelig\u00eancia (QI ) e grau de escolaridade. &nbsp; Transtorno do d\u00e9fice de aten\u00e7\u00e3o-hiperatividade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-307","page","type-page","status-publish","czr-hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/307"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=307"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/307\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.clipedagogica.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=307"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}